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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Revolução social






Escrito por Olavo de Carvalho | 10 Agosto 2011

Revolução social não é, como dizem os marxistas, a substituição de uma "classe dominante" por outra. Isso é apenas uma figura de linguagem, uma metonímia. Ao fim de uma revolução social, os mesmos grupos ou pessoas podem continuar no poder. Isso não faz a mais mínima diferença.
Substantivamente, literalmente, revolução social é uma mudança radical dos meios de alcançar riqueza, prestígio e poder. Quem manda pode continuar mandando, mas por outras vias.
Por exemplo, na Idade Média europeia, havia os seguintes meios de subir na vida (ou de manter-se no alto): a posse da terra, por conquista ou herança; a profissão militar; uma bem sucedida carreira eclesiástica. Fora disso, mesmo que você tivesse muito dinheiro, mesmo que fosse um gênio, não chegaria ao primeiro escalão do poder.
Quando se formaram os Estados nacionais modernos, os reis precisaram de dinheiro para criar exércitos que pudessem sobrepor-se ao poderes locais, assim como de uma burocracia administrativa e jurídico-policial, que desse ao governo central o controle do país inteiro. Resultado: de repente, banqueiros e burocratas passaram a mandar mais que os barões e cardeais.
Isso quer dizer que entrou no poder uma nova" classe social"? Não. Na Inglaterra, a velha classe aristocrática ocupou os lugares na nova hierarquia, e continuou mandando. Na França, deixou a vaga para uma horda de alpinistas sociais, e estes tomaram seu lugar. Nos dois casos houve uma revolução social. Revolução social não é uma troca de classe dominante: é troca dos meios de tornar-se (ou permanecer) classe dominante.
No Brasil um processo claro, patente, manifesto de revolução social está em curso, e aparentemente ninguém, fora os comandantes do processo – que, ao menos por enquanto, não têm o menor interesse de alardeá-lo –, parece dar-se conta disso.
Até uns anos atrás, ganhar dinheiro na indústria, no comércio ou na agricultura era um meio seguro de chegar ao poder ou, ao menos, de influenciar os ocupantes do poder. Uma carreira militar bem sucedida tinha o mesmo resultado. Ser um cientista, um técnico, um erudito, um escritor, um jurista de primeira ordem, idem.
Agora, todos esses velhos meios de ascensão estão sendo substituídos por um novo, que os domina e os controla. Isso não quer dizer que não funcionem mais. Funcionam, mas como instrumentos auxiliares do meio principal, que rapidamente vai-se tornando o único legítimo, o único socialmente aprovado.
Para adquirir ou conservar poder e prestígio no Brasil de hoje, até mesmo para conservar alguma margem de liberdade e segurança, você tem de pertencer ao partido governante, a um de seus associados ou aos grupos de influência que orbitam em torno dele. Chamemos a esse pool de organizações, para simplificar, o Esquema.
Na mais tolerante das hipóteses, você tem de negociar com essa gente e ceder. Ceder até o extremo limite da degradação e da humilhação. Aí permitem que você conserve o seu lugar na sociedade, mas sempre como concessão provisória, jamais como direito adquirido.
Suponha que você seja um juiz de Direito. Até algum tempo atrás, isso garantia poder, segurança e liberdade. Agora, depende de que você sentencie de acordo com a vontade do Esquema. Se você o contraria, logo descobre que grupos de pressão mandam mais que uma sentença judicial. De algum modo, todas as sentenças já vêm prontas, assinadas pelo Esquema. As outras são inócuas.
Nem falo dos empresários. Podem ganhar dinheiro a rodo, mas toda a sua influência no poder consiste em tentar ser úteis ao Esquema, que os tolera como um mal provisório.
E se você é um general de Exército, dê graças aos céus de que o Esquema lhe garanta ainda um lugarzinho no palanque, em troca das condecorações que você deu a comunistas, terroristas aposentados e ladrões notórios.
Um simples posto na diretoria de "movimento social" dá mais poder do que tudo isso junto. Coloca você acima das leis, dos Direitos Humanos, da Constituição, dos Dez Mandamentos e das exigências da aritmética elementar (num país que tem 50 mil homicídios por ano, as mortes de duzentos homossexuais no meio dessa massa de vítimas não consta oficialmente como prova de uma epidemia de violência anti-gay?).
Os novos meios de subir e cair já são uma realidade, já são a nova estrutura social. Quarenta anos de revolução cultural anestesiaram a população para que a aceitasse sem um pio, sem um vago sentimento de desconforto sequer. Essa etapa está encerrada. A revolução social já veio, já está aí, e a única reação do povo e das elites é procurar desesperadamente um lugarzinho à sombra dela, a abençoada proteção do Esquema.

Publicado no Diário do Comércio

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Sílvio Santos reclama das filhas e se diz "carente"






Silvio Santos fez várias brincadeiras com o dia dos Pais, comemorado ontem. Em seu programa de auditório, ele fez beicinho, reclamou da falta de carinho e disse que as filhas não lhe deram bola, apesar de ser seu dia.

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"Hoje, dia dos Pais, a importância que deveria ser dada a eles... tsk... eles não recebem, aquilo que eles merecem", choramingou. "Eu, como pai, estou muito triste. Minhas filhas acordaram e nem me disseram bom dia. Saíram pra encontrar com os namorados", disse rindo, às colegas de trabalho.

Minutos antes, o apresentador já havia ironizado a data dizendo que tinha de acabar logo o programa porque seria homenageado depois.

"Meu pessoal (família) vai me levar pra jantar fora. Vão me levar num chinês. Vou comer de pauzinho", fez troça, levando a plateia a gargalhar.


Vendas aquecidas






Crise pega indústria automobilística com pátio lotado
..Temas:Política Econômica.Em segunda-feira 15/8/2011, às 9:22

O mercado interno forte, que ajudou o Brasil a superar a crise de 2008, pode não ter o mesmo peso desta vez. A turbulência que se abateu sobre a economia mundial nos últimos dias pega a indústria automobilística brasileira com pátios lotados de carros - o suficiente para mais de um mês de vendas. Algumas empresas estão reduzindo o ritmo de produção com férias coletivas.

As exportações, que já vinham cambaleantes por causa da valorização do real, serão ainda mais penalizadas e as importações - a mais recente preocupação do setor - devem se intensificar. O pacote de ajuda à indústria, com medidas para melhorar a competitividade nacional, sequer está pronto, mas seus efeitos podem ser anulados pelo agravamento da crise atual.

"O Brasil é visto como um mercado comprador e todo mundo vai querer desovar seus produtos aqui", afirma o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), Paulo Butori. Ele ressalta que o produto brasileiro está, em média, 30% a 35% mais caro que os principais concorrentes. A demanda interna também pode sofrer abalos, até mesmo por causa da esperada queda dos preços das commodities, que pode provocar um efeito dominó na economia brasileira e levar à queda do consumo em geral.

Executivos de montadoras e consultores veem o cenário com preocupação, mas estão menos pessimistas que Butori. "Diferentemente de 2008, quando o crédito secou, desta vez me parece mais uma crise política do que econômica", diz o presidente da General Motors na América do Sul, Jaime Ardila. A seu ver, nenhuma empresa cogita mudar planos de investimentos. Ardila também teme o aumento na importação de veículos, que pode impactar na produção local.

Estoques

O mercado interno segue aquecido. Até quinta-feira, as vendas totais no ano somavam 2,167 milhões de veículos, 9,3% a mais que em igual período de 2010. Montadoras e concessionários, porém, iniciaram agosto com 341,9 mil carros nos estoques, mais que os 306,2 mil veículos vendidos e os 307,2 mil produzidos em julho.

Apesar de elevados, a indústria ressalta que, em 2008, os estoques chegaram a 60 dias. Este mês, o setor trabalha com projeção de vendas de 340 mil unidades, em parte por causa do maior número de dias úteis. Se confirmado, será o melhor agosto em vendas na história e o melhor mês do ano.

"O mercado brasileiro é fortemente incentivado pelo crédito, renda e confiança do consumidor, que não foram abalados", afirma Marcelo Cioffi, sócio da PricewaterhouseCoopers. O País, em sua visão, caminha para mais um recorde de vendas, com números próximos a 3,7 milhões de veículos até o fim do ano, previsão compartilhada por Ardila. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

KIT ANTI-HOMOFOBIA E CHANTAGENS






ESPAÇO ABERTO
Debate de idéias – Informativo da Associação dos Docentes da UFMT – Adufmat - nº 100/2011

KIT ANTI-HOMOFOBIA E CHANTAGENS
Roberto Boaventura da Silva Sá
Dr. em Ciência da Comunicação/USP; Prof. da UFMT
rbventur26@yahoo.com.br

Vários são os espaços do governo que chamam os holofotes da mídia. A Casa Civil é quase imbatível. Quase, pois o MEC já está roubando muitos espaços jornalísticos e humorísticos: aberrações no ENEM, livros didáticos cheios de erros, intromissões nas universidades, imposições pedagógicas... A última – depois daquela do livro didático de “ensino” da língua portuguesa – refere-se ao kit anti-homofobia; ou seja, um material (05 vídeos, cartazes, cadernos, carta aos diretores e 06 boletins) que poderá ser distribuído por meio do programa “Escolas sem homofobia”.
Eu disse “poderá”, o que não significa “será”. Talvez tudo o que já se fez intelectualmente e se gastou em termos de recursos públicos, principalmente com a participação de ONGs bem coladas ao tema, poderá ir para gavetões do MEC. Motivo: a oposição dos religiosos, cabendo neste balaio “abençoado” os cristãos de diferentes matizes: católicos de todas as alas e salas e evangélicos de todos os quadrantes universais. Desconheço a posição dos transcendentais de tendências africanas e indígenas.
Mas gritar é legítimo numa democracia. Nada contra a posição de oposição dos religiosos. O problema é a base que sustentou o grito: a chantagem política; ou seja, os “enviados de Deus”, sem medo de estarem praticando um crime, disseram mais ou menos o seguinte: ou o governo suspende a distribuição do kit ou se abre uma CPI para o novo escândalo que envolve o velho Pallocci, que pode até ter a língua presa, mas não as mãos algemadas. O que fez a “mãe Dilma”? Suspendeu tudo, claro!
Primeira constatação: conforme seus próprios preceitos, os “religiosos” pecam ao estabelecer a chantagem. Na sequência, outra constatação: o governo, enlameado, peca por se deixar chantagear e se fragilizar em temas que lhe são caros. Enfim, a situação esdrúxula é mais ou menos essa: a luta de chantagistas e chantageados, ambos bem longe do decoro civil; quiçá, das próprias pregações religiosas e dos discursos do “politicamente correto”. Como são iguais!!!
Seja como for, de minha parte, nada afeito às transcendências, constato que as “mãos bem visíveis” de Pallocci e a conivência da Sra. Rousseff podem impedir um dos maiores absurdos num meio já afundado em aberrações. A escola não tem o menor preparo para discutir nenhum dos temas transversais, impostos pelos PCNs. A escola não tem mais sequer competência para tratar das matérias verticais e horizontais. A matemática e a língua portuguesa que o digam. O sistema está falido.
Dessa forma, o risco do tiro (que pode ser literal) sair pela culatra fica suspenso por ora. Todavia, o tema é de suma importância e precisa ser atacado, posto que a violência social tem aumentado, inclusive contra gays. Pergunto: mas se, em minha opinião, não pode ser pela escola, por quem então atacar a questão? Sugestão: pelo complexo midiático; isso faria atingir quase toda a população, e não apenas os estudantes do país.
Como se poderia fazer? Com a formação (democrática) de um conselho do qual fizessem parte profissionais de áreas diferentes, como pedagogos, publicitários, jornalistas, psicólogos, sociólogos, assistentes sociais, médicos et alii. Assim far-se-ia algo absolutamente profissional, com um discurso bem articulado e unitário (coeso e coerente), dando-lhe a abrangência social devida. E de saída, tiraria essa responsabilidade da escola, ou seja, de professores, via de regra, já sobrecarregados de responsabilidades, quando não cheios de preconceitos.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Sílvio Santos venderá o Baú em até 90 dias






O empresário e apresentador de televisão Silvio Santos começou a se desfazer de parte de suas empresas. A venda de algumas das 30 companhias do grupo é uma tentativa de reestruturar os negócios após o escândalo envolvendo o seu ex-banco, o Panamericano.

A primeira delas foi a Braspag, de pagamentos digitais, comprada nesta semana por R$ 40 milhões pela Cielo. A próxima é o Baú da Felicidade, uma rede varejista com 137 lojas em São Paulo e no Paraná. A expectativa do grupo é fechar o negócio entre 60 e 90 dias. O Bradesco BBI é quem está conduzindo as negociações.

"O nosso plano de reestruturação inclui a venda dessas duas empresas no curto prazo. Queremos focar em apenas três segmentos que nos interessam”, afirmou o vice-presidente do grupo Silvio Santos, Lásaro do Carmo Junior, em entrevista ao iG. Com a saída da rede Baú, o grupo pretende alcançar uma receita de R$ 2,3 bilhões em 2011.

O grupo quer reforçar seu foco nas áreas de comunicação, consumo e capitalização. Isso fortalecerá os negócios da Jequiti Cosméticos, das 14 emissoras de televisão, entre elas o SBT, e da Liderança Capitalização, responsável pela Tele Sena.

Outras empresas, como a construtora Sisan, o hotel Jequitimar e a seguradora Panseg, não estão à venda neste momento, segundo Carmo. “Elas são saudáveis, mas não devem receber grandes investimentos”, diz o executivo. Ele admite que o grupo poderá vender outras empresas no futuro.

A venda do Baú

O Baú da Felicidade, que foi um dos principais negócios de Silvio Santos, hoje é uma empresa deficitária. O empresário assumiu o Baú em 1958, antes mesmo de fundar o SBT. A rede ganhou notoriedade com a venda dos “carnês do Baú”, que permitiam que os clientes retirassem um produto na loja no fim do pagamento e participassem de sorteios.


Cielo paga R$ 40 milhões pela Braspag, do grupo Silvio Santos
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Com a flexibilização das condições de crédito, o carnê do Baú deixou de ser interessante para a classe C e deixou de ser vendido em 2007. “O Baú não acompanhou o processo de distribuição de renda, de consolidação do varejo e perdeu valor”, afirma José Carlos Peluso, diretor da consultoria Alvarez & Marsal.

O Baú ficou de fora da onda de fusões e aquisições no varejo e assistiu à formação de conglomerados como a Máquina de Vendas, o Magazine Luiza e a união do Pão de Açúcar e da Casas Bahia.

Silvio Santos chegou a disputar a compra do Ponto Frio, mas perdeu o negócio para o Pão de Açúcar. “Foi aí que ele perdeu a chance de salvar a rede Baú”, diz Peluso.

Apesar de problemas com seus pontos de vendas, principalmente o alto custo dos alugueis, o Baú pode ser um negócio interessante para redes que precisam se posicionar em São Paulo e na região Sul. Há grandes vantagens, por exemplo, para a Máquina de Vendas, rede formada pela união das varejistas Ricardo Eletro e Insinuante, que não atuam na cidade de São Paulo e na região Sul. Para Peluso, o Pão de Açúcar também poderia se beneficiar da aquisição, já que ainda não tem uma presença forte nos Estados do Sul.

Os erros de Silvio Santos

Como empresário, Silvio Santos errou a mão e formou um grupo muito pulverizado. Nenhuma de suas empresas é líder de mercado e, desta forma, enfrentou, ao mesmo tempo, concorrentes como a rede Globo, a Natura e os grandes bancos, avaliam consultores.

Desde sua origem, os negócios de Silvio são interconectados, o que traz sinergias e economias de custo. Mas essa estratégia também embute riscos de "contaminação" ou "efeito dominó": se um negócio for mal, os demais podem ser prejudicados.

O empresário, por exemplo, chegou a vender carros nas lojas do Baú na década de 70 e, para distribuí-los, comprou uma concessionária. A construtora Sisan nasceu na década de 90 para administrar os então 110 imóveis do grupo. A empresa chegou a lançar empreendimentos em terrenos onde ficavam lojas do Baú e faz as obras do braço hoteleiro do grupo.

A própria empresa de cosméticos, a Jequiti, agora a menina dos olhos do grupo, ofereceu cartões de crédito do banco Panamericano para parcelar as compras de suas 170 mil consultoras.


Foto: Greg Salibian/iG Ampliar
Lásaro do Carmo Jr, vice-presidente do grupo Silvio Santos
Segundo o vice-presidente do grupo, o Panamericano não financiava o restante das empresas. Os negócios do banco feitos com as demais companhias ainda são mantidos, mesmo sob a gestão do BTG Pactual, o seu novo controlador.

Para Carmo, os negócios entre as companhias da holding são uma vantagem. “A filosofia dos grandes grupos é aproveitar as sinergias. O nosso problema era manter negócios dispersos”, diz.

Se para o grupo as conexões são sinergias, para o consultor da Alvarez & Marsal elas podem ser um problema. “Essa dependência entre as empresas pode reduzir o valor dos ativos no momento da venda”, diz.

Foco na emoção

A escolha da rede SBT e da Tele Sena como dois dos três negócios prioritários do grupo Silvio Santos pode refletir em uma decisão mais focada na emoção. “A Tele Sena é a cara do Silvio, mas não é um negócio rentável. O foco nos hotéis faria mais sentido”, avalia Peluso.

A decisão mais acertada, para o consultor, foi concentrar esforços na Jequiti. A empresa deve faturar R$ 450 milhões neste ano, um salto de quase 30% em relação ao ano passado. Seu time de 170 mil consultoras é um atrativo para parcerias como a firmada com a Unilever, para vender um purificador de água. “Nada impede que façamos novos acordos deste tipo com outras empresas”, diz o vice-presidente do grupo Silvio Santos.

A rede SBT perdeu fôlego financeiro, mas deve se reerguer com novos investimentos. O foco na emissora é um acerto e sempre deveria ter centralizado os investimentos do grupo, diz Peluso. Afinal, a comunicação é o verdadeiro negócio de Silvio Santos.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

BRIGA ACIRRADA AOS DOMINGOS






Silvio Santos derrota no Ibope o "Programa do Gugu" e "A Fazenda 2"




Em mais um embate contra o "Programa do Gugu" e "A Fazenda", da Record, Silvio Santos levou a melhor neste domingo (10).


De acordo com dados consolidados do Ibope, divulgados pela assessoria do SBT, o segundo "Programa Silvio Santos" de 2010 ficou na vice-liderança absoluta.