quinta-feira, 18 de junho de 2015

IFGF: Situação fiscal de 250 prefeituras baianas é crítica

A situação fiscal da maioria das prefeituras baianas piorou em 64,6% dos 387 municípios avaliados pelo Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), divulgado nacionalmente nesta quinta-feira, 18, pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). A entidade fez uma apuração dentre todos os municípios do país, considerados nesta terceira edição do IFGF dados relativos ao ano de 2013, em comparação ao ano anterior. Pela apuração, 250 prefeituras da Bahia obtiveram o conceito D, a pior nota, num escore que considera o conceito A como excelente e D, como situação crítica.
Barro Preto, no sul do estado, obteve o conceito D e também a pior nota do país. Já Camaçari, com conceito B, foi o município mais bem avaliado da Bahia. A capital, Salvador, também ganhou conceito B, figurando em oitavo lugar no ranking estadual e 16º dentre as capitais. A cidade, entretanto, evoluiu em relação a 2012, apresentando a terceira posição dentre as capitais que revelaram expressiva melhoria na gestão, ficando atrás apenas de Natal (RN) e Macapá (AP). Apenas 30 prefeituras, do total de 417 baianas, não foram avaliadas por não terem apresentado dados consistentes na Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

Lançado em 2012, o IFGF avalia a gestão fiscal de todos os municípios brasileiros, considerando cinco indicadores: receita própria, gastos com pessoal, investimentos, liquidez e custo da dívida. As notas variam entre 0 e 1, sendo que o conceito A (gestão de excelência) é para resultados superiores 0,8; e, o B (boa gestão), para as notas entre 0,6 e 0,8. O conceito C (gestão em dificuldade) é usado como classificação para as notas entre 0,4 e 0,6 pontos. Já o conceito D (gestão crítica), para resultados inferiores a 0,4 pontos.
Camaçari foi o município mais bem avaliado - Foto: Débora Paes | Divulgação | 22.09.2005

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